Para aqueles que encontram-se afoitos pela continuação das Crônicas de Gelo e Fogo do escritor George R. R. Martin, saiu o primeiro capítulo do Livro 3: A Tormenta de Espadas, a ser lançado nacionalmente, pela Editora Leya, em Setembro de 2011. E o terceiro livro inicia sua história com o Regicida, Jaime Lannister. O interessante é que, ao que me permite a memória, este é o primeiro capítulo inteiramente dedicado ao Regicida que, até onde também me lembro, se encontrava numa situação particularmente difícil ao fim do volume 2 – A Fúria dos Reis.

Mais um ponto interessante para George R. R. Martin que consegue distribuir sua história sob diferentes pontos de vista, revelando a diversidade de interesses que movem Westeros, muitas vezes, inclusive, de forma conflitante. Espero que Setembro chegue logo, porque a espera de A Tormenta de Espadas é tão terrível quanto passar um final de semana como vigia na Muralha. Prepare o fôlego. Realmente o inverno está chegando…

Para ler o primeiro capítulo clique aqui. E boa leitura!

Ben Hazrael, direto do Poliarquias e do Cabaré das Idéias para o Ao Sugo

Sim, já publicamos outros textos sobre as Crônicas de Gelo e Fogo, constituindo então numa série. Como tinha comentado anteriormente, foi Ben Hazrael quem me incentivou para ler essa chaproca de quase 600 páginas, tendo valido a pena. Espero trazer no próximo um breve review do seriado da HBO que, aham, está impressionante. A lição de casa para vocês hoje é a seguinte:

A Guerra dos Tronos – As Crônicas de Gelo e Fogo – Resenha de Ben Hazrael sobre o primeiro livro da saga e que foi publicada simultaneamente no Ao Sugo e no Poliarquias. Além de estar sem spoilers, tem um featurette muito bom da HBO chamado Inside Game of Thrones, introduzindo a minissérie de televisão.

A Guerra dos Tronos – Muralha Ultrapassada – Análise minha, Victor, sobre o primeiro livro da saga e a comparação entre George R.R. Martin e J.R.R. Tolkien, sendo interessante aos interessados antes de entrar nesse papo-furado non-sense que anda se espalhando pela internet como fogo.

A Fúria dos Reis – As Crônicas de Gelo e Fogo – Resenha de Ben Hazrael sobre o segundo livro da saga, publicado tanto no o Ao Sugo como no Cabaré das Idéias. Este artigo está repleto de spoilers e foi uma dor no coração publicá-lo enquanto ainda estava no meio da leitura de Guerra dos Tronos… ou seja, para leitores que JÁ leram o primeiro livro ou então que são muito corajosos.

Victor Hugo

 

Victor Hugo Kebbe

Nerd, Antropólogo Japanologista, Bibliotecário do Novo Canon e do Velho Universo Expandido de Star Wars, Dragonborn, Witcher, Vault Hunter, exímio piloto de A-Wing, combatendo os Geth e Reapers até os dias de hoje.

4 comentários »

  1. É interessante como essa questão do ponto de vista é colocada. Toda vez que uma ramificação de grande importância ”social” e não ”de ação” se inicia, surge um novo ponto de vista a ser abordado. Como aconteceu com Davos e Greyjoy no A Clash of Kings.

    As guerras travadas pelo jovem Lobo Robb STark, por exemplo, acabam se tornando menos importantes de se descrever diretamente pelo olhar do rei do norte (ou de alguém próximo a ele) do que os terrores passados por Arya em sua locomoção por Westeros e a inércia de Sansa, que é um “ponto de vista passivo” em relação ao turbilhão de ações sociais que acontecem ao seu redor.

    E isso é muito inteligente! A “guerra das máscaras sociais” é mais importante do que o “embate das espadas”.

    Isso até agora, né?

  2. Eu caí de paraquedas aqui,mas não tenho medo em dizer que essa saga é a melhor deste século.
    Mesmo com mais de 600 páginas por livro(em média) troco qualquer programa por folhear e me deleitar com esse livro que prende o leitor do início ao fim.
    Foi uma grato presente descobrir George R.R. Martin.

  3. Torço pela Arya, pelo Jon, pelo Tyron ( com uma certa culpa, mas é que o anão, é tão inteligente e espirituoso, e a familia dele apronta tanto com ele, que as vezes esqueço que ele NÃO É UM STARK, rs). A Sansa já foi objeto do meu odio, mas parando para pensar ela foi criada a vida toda para ser a boa menina, a boa esposa, a boa filha, a bonita, a educada, e de uma hora para outra foi jogada num mundo de traições e violência, começo a olha-la com um pouco mais de bondade. Agora o Theon, que família foi essa que arranjaram pra ele? a punição dele foi severa demais! Espero sinceramente que o bastardo do Bolton sofra TRIPLICADAMENTE!

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