Shadowrun Returns

Apesar de toda a crítica online disponível acerca de Shadowrun Returns, eis um jogo muito, mas muito divertido e bem elaborado. Primeiramente devo destacar a arte, fantástica... com a trilha sonora original se transforma em um mundo muito cyberpunk, lembrando os momentos noir de Blade Runner e tudo mais.


Não contratamos naturais

Ok, você é leitor e super fã do Portão de Tannhauser. Assistiu Blade Runner 1500 vezes, leu Neuromancer 2000 vezes, Johnny Mnemonic, Matrix… É viciado na série Ghost in the Shell, mangás e anime… e é fã de carteirinha da produção literária, artística e arquitetônica Cyberpunk. Cyberpunk, Steampunk, Clockpunk, Dieselpunk, Teslapunk, Atompunk, Biopunk! Você aguarda… Continue Reading


Fique chocado com Metropolis

Chocado. Atordoado. Estarrecido, pasmo, é pouco. Assisti há pouco e com um atraso vergonhoso a animação japonesa Metropolis (メトロポリス) de 2001, baseado na obra de Osamu Tezuka que já contava, mesmo tendo sido escrito há mais de 50 anos, uma visão futurista da humanidade. O fã de ficção científica que adorou Blade Runner por sua… Continue Reading


Ghost in the Shell 2.0 – Simplesmente… sublime

Não há dúvida alguma de que Ghost in the Shell (攻殻機動隊 Kōkaku Kidōtai no original) já faz parte do que convencionamos chamar de Cyberpunk nas últimas décadas, com vários elementos deste movimento que tornam essa película memorável para qualquer ser pensante. Bom, na verdade, memorável para aqueles que gostam de pensar bastante.


Música no Ciberespaço

Antes de mais nada, você deveria assistir ou ler Ghost in The Shell (攻殻機動隊). Não é dica, não é sugestão, é obrigação. O mangá infelizmente não tem tradução para o português, todavia, quem é brazuca e ainda não assistiu a animação cujo título nas terras de cá é “O Fantasma do Futuro” (1995, Flashstar) deveria… Continue Reading


Conectado no Cyberpunk

ois é, desde os anos 60 do século passado que a Ficção Científica começava a duvidar do motor que a criou, o progresso e a ciência, reflexo dos problemas sociais e ambientais que começavam a pipocar num nível exorbitante em todo o mundo. Aí surgem os “pais” do que no futuro seria chamado do "Movimento", posteriormente "movimento cyberpunk", por exemplo com Philip K. Dick e seus Replicantes em Do Androids Dream of Electric Sheep, livro que posteriormente inspiraria a grande obra do cinema Blade Runner