A Batalha do Apocalipse: uma ficção (quase) religiosa

A Batalha do Apocalipse: uma ficção (quase) religiosa

Quando comprei A Batalha do Apocalipse: da queda dos anjos ao crepúsculo do mundo (Editora Verus), livro da autoria de Eduardo Spohr, pensei que gastaria uma grana que poderia muito bem ser aproveitada para outros fins nerdísticos. Saí da livraria disposto remotamente a dar uma chance verdadeira para o livro devido a uma viagem que faria e nada melhor que uma longa história te acompanhando durante essa boléia. Na dúvida, carreguei também A Penúltima Verdade dePhilip K. Dick, ficção científica clássica e que teria pouco receio de me debruçar na leitura.

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Um mundo fantástico… Inteiramente seu.

Um mundo fantástico… Inteiramente seu.

Quantas foram as vezes em que você ficou na frente de um PC ou notebook (ou máquina de escrever para os leitores acima das 40 primaveras) e o número de primeiras páginas escritas ultrapassou em espessura uma nova edição de As Crônicas de Nárnia? Não que você tenha gasto muito papel, mas essas primeiras páginas, provavelmente, passaram pela sua cabeça em frações de segundo, e em frações de segundo foram também descartadas.

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Abrindo as Portas do Guarda-Roupa – Conhecendo o Sobrinho do Mago

Abrindo as Portas do Guarda-Roupa – Conhecendo o Sobrinho do Mago

Quem apenas conhece os filmes O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, Príncipe Caspian e A Viagem do Peregrino da Alvorada, não sabe o que está perdendo sem ler o começo das aventuras na terra mágica de Nárnia, em O Sobrinho do Mago.  Não foi o primeiro livro das crônicas a ser escrito por C.S. Lewis (foi o sexto), mas cronologicamente é onde a saga toda começa, onde se pode descobrir como Nárnia surgiu e até que existiram outras terras há muitos anos atrás.

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Quer um pouco de Melange?

Sou um pouco suspeito de escrever sobre Duna. Simplesmente a considero a maior obra de ficção científica (e até fantasia, se for o caso e se for possível comparar) de todos os tempos.  E vou dizer, aqui no Ao Sugo, por que raios da conta eu a considero a obra.

Sabe quando alguém vem e te conta, enquanto você está tomando um chopp e beliscando uns piriris, como as pessoas lutaram pelo que acreditaram, passaram sufoco e ainda assim atingiram o “Equilíbrio da Força”? Pois é. Quando alguém vem com esse papo eu me lembro de imediato da história do Frank Herbert. E quem é Frank Herbert e o que tem a ver com Duna, cara pálida? Tudo. Frank Herbert foi o visionário que escreveu Duna. E para escrever essa obra (e suas seqüências literárias) ele, como se diz, teve de “ralar” muito. Continuar lendo “Quer um pouco de Melange?”

E se eu te disser que a República está sob controle do Lorde Sith?

E se eu te disser que a República está sob controle do Lorde Sith?

A pergunta que intitula esse post foi feita pelo Conde Dooku, antigo Cavaleiro Jedi – discípulo de Mestre Yoda e mestre de Qui-Gon-Jinn, que se tornou, após a amarga sensação de corrupção que assolava a República, um Lord Sith, discípulo de Darth Sidious – a Obi Wan Kenobi em Star Wars – Episódio II: O Ataque dos Clones. Talvez esta pergunta tenha muito a dizer sobre a Queda da Antiga República pelas mãos dos SithContinuar lendo “E se eu te disser que a República está sob controle do Lorde Sith?”