Jogos

Shadowrun Returns

Apesar de toda a crítica online disponível acerca de Shadowrun Returns, eis um jogo muito, mas muito divertido e bem elaborado. Primeiramente devo destacar a arte, fantástica... com a trilha sonora original se transforma em um mundo muito cyberpunk, lembrando os momentos noir de Blade Runner e tudo mais.

Apesar de toda a crítica online disponível acerca de Shadowrun Returns, eis um jogo muito, mas muito divertido e bem elaborado. Primeiramente devo destacar a arte, fantástica… com a trilha sonora original se transforma em um mundo muito cyberpunk, lembrando os momentos noir de Blade Runner e tudo mais.

Apesar de ser isométrico e sem possibilidade de virar a câmera, a arte compensa pela quantidade de detalhes em cada cenário, além de um Zoom In e Zoom Out muito superior em relação a nova versão do Baldur’s Gate Enhanced Edition. Todas as imagens contidas neste post são do gameplay da versão para PC.

Conheci as versões tanto para PC quanto para iOS, e devo dizer que a história e o estilo de narrativa me lembraram na hora de Neuromancer, sendo um primor poder participar do enredo na forma como ele é apresentado. Muito dizem sobre ser um jogo muito linear (o que o afasta de RPGs bem consolidados como o supracitado Baldur’s Gate), porém, a atualização Dragonfall trouxe uma sofisticação absurda para o sistema.

Outro ponto que é o charme desse jogo é ele ser vinculado à Steam Workshop, o que permite ao jogador baixar conteúdo online como novas histórias, campanhas, personagens e cenários quase que infinitamente. Tem muito material de qualidade à disposição e saindo a todo momento.

Demorei alguns dias para tomar a decisão de adquirir esse jogo, diante da resistência aos jogos isométricos com câmera fixa. Muito se critica pela falta de ação e, pior, chegam a comparar este jogo com a nova versão de X-Com, contudo, as propostas são claramente diferentes. Produto de crowdfunding, Shadowrun Returns foi desenvolvido nesta forma visando fãs deste gênero (point-and-click/adventure/rpg) que ainda estão por aí. A nostalgia pegou forte assim que passei pelas primeiras fases. Recomendo fortemente.

Victor Hugo Kebbe, Samurai Urbano

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