The Witcher III dispensa qualquer tipo de análise, diante da explosão midiática que foi em torno deste tão esperado título. Mas, para os curiosos, pois bem, The Witcher III é o terceiro segmento da franquia do nosso querido Geralt de Rivia, um bruxo mercenário contratado para eliminar aberrações e monstros em todas as cidades. Mesmo passados três anos, The Witcher III ainda mantém o título, juntamente com Skyrime Horizon Zero Dawn, de melhor RPG já feito.

Baseado na série de livros de Andrzej Sapkowski, Witcher nos deixa imersos em uma narrativa envolvente, agora na busca de sua protegida, Cirilla de Cintra. Para quem acompanha a série de livros, estes com base no folclore polonês, o terceiro jogo é um presente para os leitores, visto que introduz uma personagem memorável, a Feiticeira Yennefer (que apareceu no livro 1), além da própria Cirilla (que apareceu no livro 3). Os leitores ficarão bastante satisfeitos em saber dos desdobramentos da história, assim como vários curiosos não terão spoilers ou suas aventuras destruídas pelo jogo. Foi um casamento perfeito aqui.

The Witcher III é um RPG em Sandbox, comparado muito com Skyrim, outro sucesso de 2011. The Witcher, contudo, tem várias cenas e cinematics para infinitas situações, além de diálogos muito legais e uma trilha sonora impressionante, deixando o jogador como se estivesse assistindo um filme de mistério e aventura.

A trilha sonora de Marcin Przybyłowicz e Mikołaj Stroiński é fantástica, até que não demorou muito para eu comprasse o álbum pouquíssimo tempo depois de ter iniciado o jogo. A trilha é cheia de leitmotiffs e faz com que o jogador consiga associar e ficar imerso nesse mundo devastado após uma sucessão de guerras. Os gráficos são exuberantes, até que é possível assistir um belo pôr do sol no meio do jogo (mas também é possível se deparar com tempestades chuvosas horrendas, de tão perfeito que é o jogo…). As imagens apresentadas neste post foram todas tiradas por mim no meu gameplay para Playstation 4 e PC.

The Witcher III é um daqueles “clássicos instantâneos”, certamente. A imensidão de aventuras e pequenas quests deixa o jogo bastante variado e longo o suficiente para aqueles que não querem se afastar desse mundo de fantasia tão bem construído por Sapkowski. Ainda não pude jogar as expansões, mas só pelo jogo base já é possível perceber a qualidade do produto que, infelizmente, exige hardware muito bem montado. Contudo, vale a pena. Cada centavo.

Sobre o nome, como já disse num artigo aqui no Ao Sugo, vou me reproduzir. Sim, o nome The Witcher é fantasticamente complicado. Bruxo? Mago? Warlock? Spellmaker? Sapkowski já tinha usado o termo em alguns de seus contos em Historia i Fantastyka, porém, parece que preferia o termo Hexer (bruxo) em alemão. “The Witcher” foi por fim consolidado na tradução de Adrian Chmielarz para o inglês. Cá entre nós, todos aqui preferimos bruxeiro. Ou não?

Victor Hugo Kebbe, bruxeiro nas horas vagas

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