Geralt de Rívia já galgou todos os passos possíveis rumo às estrelas. O sucesso da franquia Wiedźmin (The Witcher*) na série de livros de Andrzej Sapkowski e nos videogames fizeram do nosso caçador de ameaças sobrenaturais no ranking dos personagens mais emblemáticos do mundo pop contemporâneo. The Witcher III – The Wild Hunt é considerado um dos melhores RPGs já feitos, lado a lado com Skyrim e Horizon Zero Dawn.

Dada tamanha projeção no universo do entretenimento, Wiedźmin foi agraciada – por assim dizer – com um filme e uma série televisiva própria, The Hexer, sem muito sucesso na época. Limitações de orçamento e alterações radicais na narrativa deixaram o próprio Sapkowski com o pé atrás, condenando a produção e chamando-a de obscena. Contudo, naquela época ainda não tínhamos The Witcher III

The Witcher III colocou Geralt de Rívia, o Açougueiro de Blaviken, em outro patamar. Em 2017 a Netflix anunciou que faria uma série sobre o bruxeiro e, diante da alta qualidade das produções do serviço de streaming, temos grandes novidades chegando por aí.

Nesse ínterim, fãs checos da saga decidiram fazer seu próprio curta baseado na jornada de Geralt. Os espadachins profissionais Merlet e a agência de dublês Filmka fizeram um trabalho memorável em Demon’s Bridge, retratando um encontro mortal do bruxo com uma ameaça inominável. Dirigido por Honza Loukota e roteiro de Loukota e Pavel Konvalina, o curta conta com as atuações de Borek Belfín, Libor Vrba e Monika Němcová, sendo bastante fiel tanto ao videogame quanto aos livros.

O curta é tão bem produzido que quando apareceu em minha timeline de vídeos no YouTube, nos primeiros minutos pensei ser algum teaser ou trailer oficial. Hora de assistir.

Victor Hugo Kebbe, aguardando

Nota: Sim, o nome The Witcher é fantasticamente complicado. Bruxo? Mago? Warlock? Spellmaker? Sapkowski já tinha usado o termo em alguns de seus contos em Historia i Fantastyka, porém, parece que preferia o termo Hexer (bruxo) em alemão. “The Witcher” foi por fim consolidado na tradução de Adrian Chmielarz para o inglês. Cá entre nós, todos aqui preferimos bruxeiro. Ou não?

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