Data Estelar: 7741Z-BETA-Y.570.1 – Análise em andamento

A Ekinokaz S64 foi destruída. Bom, mentira, acho melhor começar pelo início. Como escrevi em um artigo anterior, entrei no maldito hype do lançamento do jogo mais esperado do século. Bom, outra mentira, pois era o jogo mais esperado desde 2013 apenas, mas vocês entenderam. Contei naquele texto que comprei a minha versão de No Man’s Sky na pré-venda e na versão para PC via Steam, algo que foi bastante problemático nas primeiras semanas após o lançamento.

Não preciso comentar sobre tais problemas para além do que já foi dito, mas nessa história a Hello Games, além de ter se queimado em níveis épicos, poderá ter sérias dificuldades em lançar algum outro jogo no futuro por conta da péssima campanha de marketing. Como forma de retificação – e um imenso respeito aos fãs, devo salientar – a empresa se empenhou em oferecer uma série de atualizações desde o lançamento do jogo, corrigindo inúmeros problemas e, finalmente, oferecendo várias funcionalidades que foram prometidas e não foram entregues no início.[1]

Fui presenteado há poucos dias com a versão para PS4, depois de alguns meses sem jogar a versão para PC e, eis que me deparo com outro jogo. No Man’s Sky cresceu e, certamente, já é um jogo muito diferente daquele que comprei em 2016. Meu primeiro choque foi com a capacidade gráfica que, por conta das limitações que tive na minha versão para PC por conta do meu hardware, se mostrou impecável na versão para console. Se tem algo que eu posso afirmar é que No Man’s Sky é um jogo muito bonito que, sem a pretensão de ser ultrarrealista como o Elite Dangerous, tem uma beleza bastante particular e memorável dos melhores trabalhos de Ficção Científica.

A primeira versão de No Man’s Sky não tinha um objetivo inicial muito bem definido. O maior trunfo deste jogo é ele ser um completo sandbox, aberto e infinito de possibilidades, contudo, isso foi considerado como um problema para vários jogadores (talvez ainda não estejamos prontos para um verdadeiro sandbox?). Na última grande atualização a Hello Games trouxe várias modificações, como a implementação de um sistema de missões mais claro, rapidamente identificável e que poderia ser seguido (ou não) pelos jogadores.

Incluíram também um sistema para gerar fotos, aliás, fotos espetaculares, diga-se de passagem. O jogo agora congela a cena, disponibilizando uma câmera livre para o jogador num espaço tridimensional, garantindo fotos de detalhes nunca antes vistos. Agora é possível observar com cuidado as próprias criaturas vivas nos planetas (se existirem), além de espetáculos estelares.

É bastante diferente a minha primeira experiência com No Man’s Sky do que esta nova aventura. Me lembro que no PC iniciei No Man’s Sky três vezes e por três vezes iniciei em três planetas diferentes, até que acabei começando finalmente em um planeta incrivelmente alienígena, desértico e com uma flora e fauna bastante inusitados. Já na versão para console, me deparei com planetas exuberantes, com flora verdejante e criaturas que remetem ao trailer original de lançamento. É bastante animador poder realizar essa comparação quase um ano depois.

Pude presenciar alguns fenômenos fantásticos nessa nova empreitada. Decidi nomear o meu primeiro planeta como Victor Tau I (inicialmente conhecido como Skavevskyv Riokin), tendo realizado uma ampla exploração de Victor Tau II e já tendo identificado Victor Tau III. Em Victor Tau II pude observar Victor Tau I nos céus, como uma lua minguante nascendo no horizonte. Durante a investigação, já fui me deparando com várias ruínas de uma civilização alienígena do passado, iniciando meus estudos no misterioso idioma Gek.

Já fiz uma seleção de novos screenshots contando a minha nova jornada espacial, que disponibilizarei aqui nos próximos dias. Deixo com vocês algumas das screenshots das aventuras de minha nova nave, a Yakomaku S79, posteriormente rebatizada como Hamamatsu J10.

Victor Hugo, diretamente da Hamamatsu J10

Notas

  1. Aliás, o que denota uma coragem e decência que nem as grandes como a EA tiveram com o recente Mass Effect Andromeda, que simplesmente abandonou os fãs com um produto aquém do prometido. Mas sobre isso, escrevei numa outra hora… me aguardem.
  2. Sim, eu sei que a Horizon Omega não é a melhor nave do jogo, mas que ela é estilosa, ahhh, ela é…

Imagens: Todas as imagens no corpo do texto são screenshots da minha nova empreitada em No Man’s Sky.

Gostaria de agradecer ao meu amigo Renato pelo presente!

 

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