A crítica que você possivelmente não entendeu

Pensamentos soltos

The Elder Scrolls V – Skyrim: por que tanto bafafá?

Skyrim

As montanhas e pradarias ressoam com a constante batalha. Nas planícies selvagens, mistérios revolvem-se em meio ao frio e ao sangue. Uma terra bárbara e violenta. O país está em uma guerra civil entre o Império de Tamriel e os rebeldes Stormcloaks, liderados por Ulfric, um antigo herói dos Nords. Ao mesmo tempo, algo que não era esperado acontece nas planícies e montanhas de Skyrim: o renascimento dos dragões. (mais…)


Law & Order Hawaii

Oahu, Havaí – Está confirmado o retorno triunfal de Tom Selleck na televisão, encarnando mais uma vez o personagem inesquecível que marcou sua carreira, Thomas Sullivan Magnum, devendo estrear na televisão norte-americana no começo de 2012. Segundo John McMurdock e David Stills, os produtores do remake da tão esperada série, o Magnum do século XXI deve dialogar com o mundo contemporâneo, tendo casos mais complexos a partir de então. Todavia, se enganam aqueles que acham que o seriado terá o mesmo nome do hit de sucesso dos anos 80. (mais…)


Novidade – Contos Ao Sugo

Pois contemplem o nosso novo projeto, caros leitores do Ao Sugo! Desde 2008 que o Ao Sugo entrou no ar como blog e agora site, ancorando como revista eletrônica uma série de artigos voltados ao mundo nerd. São inúmeros posts sobre Cinema, Literatura, Música, Quadrinhos, Roleplaying Games, Televisão, sem contar da chegada do nosso podcast, a Rádio Ao Sugo! Com a chegada do podcast, achamos ser o momento definitivo para firmar o Ao Sugo como revista eletrônica, dando espaço para um novo projeto. (mais…)


Numumba – Quero fechar os olhos para sempre

Às vezes, quando fecho os olhos, consigo me ver nitidamente na Munda Central. E da Munda Central enxergo tudo.

Às vezes, ainda que mamãe e papai estejam discutindo alto, parece  que, quando fecho os olhos, consigo ouvir, nos sussurros do vento noturno, outras vozes e falas, outras discussões e conflitos, de pessoas que nem conheço nem nunca ouvi, agitando-se como se fossem raivas brilhantes; por vezes, parece que consigo sentir, tremeluzindo no tecido atmosférico, cheiros estranhos e sinistros de coisas que nem estão aqui; por vezes, acordo com escoriações nos braços e pernas, como se eu mesmo tivesse me machucado pulando de galho em galho nos meus sonhos de Herói Numumba. (mais…)


Museu D’Arte Ghibli

É simples. Você, pré-adolescente, acompanha com péssimo humor os seus pais para a casa nova. Emprego novo do pai ou da mãe ou whatever acabam mudando toda a rotina de todo mundo. No dia do seu aniversário, ao invés de um belo bolo, você ganha a mudança para uma casa desconhecida, isso sem contar que em alguns dias passará a freqüentar uma nova escola com outros pré-adolescentes que você nunca viu na vida. No meio do caminho até a casa nova o seu pai, todo fanfarrão, mete o pé no acelerador e consegue se perder numa viela que sobe uma colina verdejante… Até dar de cara com um muro velho, vermelho e desbotado, separando a realidade em que vivemos de um mundo que alguns diriam “maluco”. Pois bem, eu diria fantástico. (mais…)


Agora é aosugo.com

Para comemorar os 3 anos de Ao Sugo nós mudamos de endereço. Sabe como é, estava meio apertado, caixas em todo lugar, livros espalhados pelos quartos, sala e escritório, computadores desmontados em cima da mesa, piano pra lá, guitarra pra cá. Isso falando das coisas normais, lógico. (mais…)


Numumba – Desgraças ridículas de ridículos desgraçados

Ora, as crianças do kimbo Nanba também se divertiam com jogos, a toka é um dos  mais tradicionais: a molecada se reúne, a bolinha de espigas de milho é lançada ao ar, quem a deixar cair toma bofetadas e safanões nas costas. Algumas crianças eram muito habilidosas nesse joguinho – da mesma forma que Numumba demonstrava grande aptidão em golpear com a cara os punhos dos rapazes que o forçavam a jogar toka; obviamente, Nolom também era especialista em sangrar e beijar o chão – sorria nervoso a cada chute que tomava na bunda. (mais…)


Terra do Nunca

Tivemos preguiça de escrever um final, assim como os roteiristas da série Lost. Então, faz assim, eles foram todos para a Terra do Nunca, ok? Certo. Obrigado. Aplausos, fecham-se as cortinas. (mais…)


Rearranjos

Já fazia mais de 4 horas que uma mulher loira havia ajudado a colocar talas em seu braço, bastante frágil e agora quebrado diante do acidente aéreo. Lizzie Milestones não podia chorar. Sua mãe, uma bem sucedida empresária na Austrália lhe ensinara a ter olhos de lince e sangue de um leão:

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Sorte grande

Harley se aproximou do cabo de alta tensão vagarosamente, quando de súbito é acometido por memórias de sua adolescência, há uns 10 anos atrás. Desde aquele tempo já era possível perceber que Harley já não era magro, porém possuía no rosto inúmeras espinhas. Acne. Gordo e cheio de espinhas.

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Nova vida

Ao aproximar-se da gruta, Harley foi surpreendido por homem um pouco diferente de todos ali. Sua pele parecia castigada pelo sol, ainda que fosse naturalmente morena, e vestia poucas roupas, como se feitas de cipós e peles de animais, devidamente tratadas.

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Desespero

Ele começava a recobrar a consciência. Podia sentir as pernas formigando, fazendo-o ficar assustado com o que poderia ter acontecido. Ao virar a cabeça, ainda sem se levantar, podia ver o grande rastro de fumaça subindo ao céu, com várias pessoas correndo de um lado para o outro em meio a choros e gritos. Com esforço se levanta e percebe que uma grande poltrona do avião estava repousada em suas pernas, causando talvez o formigamento. Grita por socorro.

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Sobreviventes

Ao estrondo seguido de inúmeras súplicas e choramingos, sua reação mais instintiva foi levar a mão direita ao bolso esquerdo da parte de dentro de seu fraque. Ornado com uma fina corrente prateada, o argêntio relógio de bolso reluziu e abriu-se num clique. “Mas ainda falta mais de duas semanas!”, pensou surpreso enquanto guardava novamente o valioso artefato.

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O acidente aéreo

A única coisa que fazia ela se lembrar que estava viva era de uma excruciante dor na perna esquerda. Com a visão retomando o foco, lentamente ela se percebeu no meio de uma mata densa: árvores dos mais variados tipos circundando os arredores, marcado por intensa gritaria de algum ponto que ela no momento não conseguia identificar.

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Numumba – Nambala, a Lança Relampejante

Havia Naguna, o Caçador de Bestas, que nas lendas mais antigas era chamado de Nambala, a Lança Relampejante; era descendente em linha direta de Namutu Nangana, o  Primeiro Homem, e por isso herdeiro de direito do Trono do Céu, no ápice da Munda Central, antiga capital do país Namba.

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Improbabilidade Infinita

Muito bem, Victor. Você acaba de ganhar 350 mil pontos de experiência.

Com essa nova pontuação, você finalmente conseguiu subir de nível.  Mas agora estamos começando a segunda parte da campanha e vamos mudar de mestre. Sabemos por fato que esse novo mestre é um grandessíssimo filho de uma meretriz e que ele sempre tenta matar todos os jogadores da mesa. Vamos relembrar o que aconteceu na última aventura:

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Numumba – Celebração aos Bons Espíritos

E olha ali a Nilimba, minha gente; entre risinhos e fofoquinhas, a Nilimba passeava suas coleguinhas, que seguiam como fiéis cadelinhas da irmã mais nova de soba Nalas, Nilira era seu nome, a insuportável que fingia ser gente, todas as menininhas lambiam-lhe os joelhos, incluindo a linda Nilimba, entre risinhos e fofoquinhas, Numumba as observava – de longe, sempre de longe, é certo – com a cara de bobalhão que lhe é característica, (mais…)


Numumba – Um sonho para cada pesadelo

Para cada sonho há um pesadelo correspondente.

Da mesma forma que a luz se esparrama para preencher os cantos escuros da alma, as sombras se espalham nos recônditos onde a luz não alcança. E quem pode imaginar o lodo de escuridão que se avoluma naqueles que, em silêncio, suportam as ofensas, as dores, as frustrações?

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E vai se chamar… Pedro Manobrista

Marcus Pilleggi – Cowabunga – diz:

- Cara, como o Stan Lee me faz um personagem que chama Escocês Verões?

- Scott Summers = Escocês Verões

Darth Victor diz:

- E a Jean, Grey, A Cinzenta?

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Numumba e o Mijo das Estrelas

Nesta terra sempre se passam guerras. Pelo visto, minha raça adora se matar.

Assim é desde os tempos dos pais dos pais dos meus pais, velho Nanga me conta. Os sobas de nossa linhagem Nangana se odeiam e sempre procuram pretextos para espoliar uns aos outros e aumentar seu prestígio perante os anciãos. Porque a linhagem Nagana já foi uma das quatro mais poderosas de nosso mundo, tal como os feiticeiros Kalumba ou os guerreiros Gambalisita. Mas hoje somos apenas um punhado de sobados espalhados em nosso vasto território.

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Numumba, Banha de Elefante

Numumba existia neste mundo do mesmo modo que o mundo desistia de pessoas como Numumba.

Seu heróico trabalho de todos os dias era levar comida para os soldados que treinavam no kilombo – que é como chamamos nossos centros militares. Numumba suava, fedia e ofegava enquanto corria e corria carregando cabaças e mais cabaças de comida pra lá e pra cá; levava também recados, ordens, xingamentos, desaforos. E sorria quando os homens chamavam-no de traseiro gordo, banha de elefante, hipopótamo tetudo, etc.

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Numumba, o Herói

Abra os olhos, agora! Corre-corre, o monstro vai fugir! Numumba, o herói, parte em disparada pela selva, olhos brilhantes, lança em punho, persegue o horrendo moru-ngou, escapando por entre as árvores, saltando veloz por entre os galhos, corre-corre, a cauda farpada do monstro disparando saraivadas de espinhos envenenados, mas Numumba, o grande herói, desvia de todos com imensa facilidade, tamanha sua rapidez e agilidade; corre-corre, o moru-ngou voador ultrapassando o teto de folhas, para atingir o céu sem nuvens, só que Numumba realiza um salto tão veloz e formidável e espetacular que, quando a criatura se dá conta, o poderoso herói já está sob sua cabeça, pronto para desferir o golpe derradeiro…!

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Que seja Jazz

Foi já com algumas cervejas na cabeça que resolvi voltar para casa depois de uma boa conversa de bar com alguns amigos. Claro, a pé, já que a verba não permitia nem uma moto vagabunda. Pensando na vida, como todo bêbado sozinho eventualmente faz, cruzei a frente de um bar tranqüilo, humilde, onde um pequeno e modesto grupo apresentava talentosamente um bom jazz.

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Cantata de Natal Ao Sugo – Star Wars

Aham! Há muito tempo atrás, numa galáxia muito, muito distante… Vocês conhecem esse mote de cor e salteado. Leitores inteligentes do Ao Sugo (que trocadilho péssimo… todos que lêem o Ao Sugo já são inteligentes, oras) sabem que são as palavras iniciais da saga espacial mais conhecida de todos os tempos: Jornada nas Estrelas! (mais…)